Como a seleção brasileira de basquete revolucionou a NBA e o esporte?  

Além do futebol, o Brasil já produziu grandes atletas e times históricos nos mais diversos esportes. Venha conhecer mais a respeito do basquete brasileiro na NBA.

O Brasil é o país do futebol. Quando nasce, o brasileiro ganha duas coisas que o acompanharão para o resto de sua vida: um nome e um time para torcer. Embora para muita gente torcer seja apenas uma formalidade – todo mundo conhece aquele torcedor “não praticante”, ou seja, que diz ter um time, mas sem acompanhá-lo de fato , o futebol segue sendo uma constante em nossas vidas.  

Mas além do futebol, o Brasil já produziu grandes atletas e times históricos nos mais diversos esportes. Um exemplo disso é a seleção brasileira de basquete de 1987, que venceu os Jogos Pan-Americanos daquele ano. Mas mais do que vencer, aquele time revolucionou o esporte.  

A revolução dos três pontos  

Em 1987, fazia apenas 3 anos que a linha de três pontos existia no basquete internacional. Na NBA, ela já existia desde 1979, mas não era nem de longe usada como nos dias de hoje, em que a linha é usada como parte fundamental do jogo.  

Foi aí que a seleção brasileira entrou em cena, antecipando uma lógica que seria usada muitos anos depois: arremessos do perímetro. Na final, o time do Brasil surpreendeu os americanos com diversos arremessos de três pontos, até então algo novo. Neste jogo, o Brasil chutou 25 bolas de três e converteu 10, 7 apenas com Oscar Schmidt, números que ajudaram a seleção verde e amarela a vencer o jogo e o título. 

Esse estilo basquete mostrou ao resto do mundo uma nova forma de enxergar o jogo, já que antigamente a maioria dos times tentava penetrar o garrafão congestionado de defensores. Arremessar do perímetro, portanto, desafogou o meio, aumentou o raio de ação dos times, os confrontos 1 contra 1 e expandiu a gama de estratégias que podem ser adotadas em uma partida.  

Essa história foi muito bem contada no documentário “Revolução dos 3”, um filme de David Feldon, que conta com depoimentos de Steve Kerr, Oscar Schmidt, James Harden, entre outros.  

Se hoje existe Curry, é porque lá atrás houve Oscar. E se não fosse essa revolução brasileira, hoje a NBA seria completamente diferente do que é. Um motivo de orgulho pouco conhecido para o nosso país.

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